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Cuidar da saúde envolve um diagnóstico seguro, rápido e detalhado para garantir o melhor caminho para o seu bem-estar. Entre as diversas opções da medicina diagnóstica, a ressonância magnética se destaca como uma das tecnologias mais avançadas para visualizar o interior do corpo humano sem métodos invasivos.
Neste guia, detalhamos o que você precisa saber sobre a ressonância magnética, os tipos e como se preparar. Acompanhe:
A ressonância magnética é um exame de imagem não invasivo, que permite aos médicos especialistas visualizarem as estruturas internas do corpo humano com grande precisão, viabilizando a identificação de eventuais doenças.
Existem diferentes tipos de ressonância magnética. Conheça os mais comuns:
A modalidade de Ressonância Magnética (RM) mais utilizada na prática clínica é aquela realizada por segmentos, focada na avaliação detalhada de regiões específicas do corpo. Essa tecnologia de alto campo permite que os médicos visualizem com extrema clareza a anatomia de órgãos, músculos, articulações e tecidos moles.
Esse exame é usado para o diagnóstico preciso de tumores, doenças neurológicas, problemas nas articulações e lesões em ligamentos ou tendões.
A ressonância magnética funcional é uma técnica responsável por detectar pequenas alterações no fluxo sanguíneo e oxigenação de tecidos cerebrais em que ocorre ativação neuronal. Nesse sentido, serve para compreender melhor funções cognitivas e investigar distúrbios neurológicos, como o Alzheimer.
A ressonância magnética cardíaca facilita a avaliação da estrutura e da função do coração. Uma vez que ela fornece informações detalhadas sobre as estrutura cardíaca, válvulas e vasos sanguíneos, sendo útil no diagnóstico de doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca, cardiomiopatias e outras.
Essa técnica é usada para avaliar os órgãos internos no abdômen e na pelve, como fígado, rins, baço, bexiga e órgãos reprodutivos. É muito importante para o diagnóstico de doenças do sistema digestivo, cálculos renais, tumores abdominais e distúrbios ginecológicos.
Em certos casos, existe a necessidade de injetar o contraste, uma substância que melhora a visibilidade dos tecidos, facilitando a diferenciação entre saudáveis e não-saudáveis. Dessa forma, é possível detectar áreas anormais, como tumores, inflamação ou lesões vasculares.
A ressonância magnética é um exame importante para diagnosticar e acompanhar diversas condições de saúde. Dessa forma, pode ser usada para:
A ressonância magnética é essencial para detectar lesões ou tumores em diferentes partes do corpo. O exame fornece imagens detalhadas para que o médico tenha um diagnóstico preciso.
O exame de imagem também é importante para mapear a atividade cerebral, identificando eventuais questões neurológicas.
A ressonância magnética monitora doenças crônicas, como esclerose múltipla e tumores, permitindo avaliar a evolução do quadro e a eficácia terapêutica. Por meio de imagens precisas, os especialistas acompanham estágios da doença e ajustam tratamentos para garantir o bem-estar.
Esse exame de imagem é extremamente essencial para diagnosticar, monitorar e avaliar doenças cardíacas. Por meio da sua realização é possível analisar toda a estrutura do coração, encontrando eventuais doenças.
Leia mais: Conheça os principais exames do coração e saiba para que servem
Para pacientes que estão em processo de avaliação cirúrgica, a realização de um exame de ressonância pode ser muito importante, pois permite que os cirurgiões analisem precisamente toda a estrutura do local em que a cirurgia será realizada.
A ressonância magnética é um exame altamente seguro e amplamente utilizado, ou seja, pessoas de todas as idades podem realizar esse procedimento, desde que seja solicitado pelo médico especialista.
No entanto, pessoas que possuem implantes metálicos, claustrofobia ou que estão grávidas devem informar o médico responsável pelo exame, para que o caso seja avaliado individualmente.
A ressonância magnética pode ser indicada por médicos de diferentes especialidades, principalmente em casos como:
A ressonância magnética, a tomografia computadorizada e o ultrassom são exames de diagnóstico por imagem amplamente utilizados, mas que possuem características distintas. A principal diferença está na forma como geram imagens do corpo:
Assim como outros exames, a ressonância magnética também possui um preparo específico, essencial para o sucesso do exame. Existem preparos específicos, que podem ser indicados dependendo do caso e do objetivo do exame, considerando a área que será analisada.
No entanto, no geral, as recomendações de preparo incluem:
Antes do exame, converse com o médico solicitante e com o técnico sobre condições médicas, alergias, histórico de cirurgias anteriores e outras questões relacionadas que podem interferir nos resultados.
Em alguns casos, é necessário realizar jejum para fazer o exame. Por isso, é muito importante consultar previamente essa informação e realizar o jejum corretamente, caso ele seja solicitado.
É extremamente importante retirar todos os objetos metálicos, como joias, óculos, relógios, piercings e outros objetos que possam interferir no exame.
No dia do exame, tire suas dúvidas com o técnico, para evitar preocupações e seguir corretamente todas as instruções necessárias.
Em casos de gravidez ou suspeita, informe o médico antes da realização do exame. Ainda que seja um exame seguro, e que não oferece risco para gravidez, em alguns casos, a realização do exame ou o uso do contraste podem não ser recomendados.
Nos casos de pessoas claustrofóbicas ou de crianças pequenas, o médico pode solicitar uma sedação e a presença de um acompanhante.
A ressonância magnética é um exame essencial para o diagnóstico e monitoramento de diversas condições médicas.
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HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. Ressonância magnética: o que é, para que serve e como é o exame. Notícias, 2023. Disponível em: https://www.einstein.br/noticias/noticia/ressonancia-magnetica.
SILVA, E. C.; OLIVEIRA, M. A.; SANTOS, R. J. Segurança em ressonância magnética: uma revisão da literatura. RBFM – Revista Brasileira de Física Médica, [s. l.], v. 5, n. 1, p. 45-52, 2011.Disponível em: https://www.rbfm.org.br/rbfm/article/view/51.