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A tireoide é uma glândula localizada na região do pescoço responsável por atuar como um regulador metabólico do organismo. Quando ela produz hormônios em excesso, principalmente, triiodotironina (T3) e tiroxina (T4), acarreta a condição clínica conhecida como hipertireoidismo.
Quando há produção excessiva de seus hormônios, diversas funções do corpo são aceleradas. Esse quadro pode se manifestar por sintomas como perda de peso inexplicada, aceleração persistente dos batimentos cardíacos (taquicardia), fadiga extrema e alterações no humor.
A identificação precoce e o tratamento adequado são fundamentais para controlar a doença, prevenir complicações e restaurar a qualidade de vida do paciente.
Neste artigo, traremos mais informações sobre o tema, para direcionar você na busca por atendimento médico especializado. Acompanhe.
O hipertireoidismo caracteriza-se por um estado de aceleração do metabolismo, em que o excesso de hormônios tireoidianos faz o organismo funcionar de forma mais rápida.
Desse modo, no lugar de regular o gasto de energia de forma equilibrada, o corpo começa a consumir calorias em um ritmo acelerado, até mesmo em repouso.
A causa mais comum desta condição é a Doença de Graves, um distúrbio autoimune no qual o sistema de defesa do corpo produz anticorpos que fazem a tireoide funcionar excessivamente.
Outras causas incluem nódulos na tireoide que produzem hormônios em excesso (bócio nodular tóxico) e inflamação da glândula (tireoidite).
Os sintomas e a intensidade em que ocorrem variam de pessoa para pessoa. Porém, costumam afetar de maneira significativa o bem-estar e as atividades diárias.
Dentre os principais sinais do hipertireoidismo estão:
A perda de peso é um dos sintomas clássicos do hipertireoidismo. Isso ocorre porque o metabolismo fica significativamente elevado, fazendo com que o corpo queime calorias a um ritmo muito superior ao normal.
Frequentemente, essa perda de peso é involuntária, podendo ocorrer mesmo com o aumento do apetite.
Sim, o hipertireoidismo pode ser perigoso se não tratado adequadamente, pois o excesso contínuo dos hormônios produzidos pela tireoide afeta vários órgãos e sistema.
O coração é um dos principais órgãos afetados, pois, com o metabolismo acelerado, ele tende a bater mais rápido, elevando o risco de doenças cardiovasculares. Ainda, o hipertireoidismo pode favorecer a formação de coágulos sanguíneos, aumentando a chance de trombose, por exemplo.
O esqueleto também sofre, já que o metabolismo ósseo fica acelerado, o que resulta em perda de densidade mineral e maior risco de fratura dos ossos.
Além disso, pode ocorrer uma crise tireotóxica, uma condição aguda e potencialmente fatal, onde o hipertireoidismo se agrava repentinamente.
No entanto, todos esses riscos podem ser reduzidos com o tratamento adequado. Assim, o acompanhamento com médico endocrinologista é essencial para ajustar a melhor estratégia terapêutica. A partir disso, é possível controlar os níveis hormonais, aliviar os sintomas e prevenir possíveis complicações.
O diagnóstico de hipertireoidismo é feito por um especialista, normalmente, um médico endocrinologista.
Para confirmar o diagnóstico, o médico solicita exames de sangue que medem o TSH, T3, T4 livre, também chamados de hormônios tireoidianos. Em casos específicos, podem ser realizados testes de anticorpos ou exames de imagem para identificar a causa do problema.
Após avaliar os resultados dos exames, o médico responsável irá avaliar o quadro clínico do paciente para indicar o tratamento mais adequado.
O tratamento do hipertireoidismo é personalizado, sendo definido pelo endocrinologista com base na causa da doença, idade do paciente, gravidade do quadro e presença de outras condições.
O objetivo é reduzir a produção excessiva de hormônios tireoidianos e aliviar os sintomas. As principais abordagens utilizadas atualmente são:
Existem medicamentos que diminuem a produção de hormônios pela tireoide, por exemplo, o metimazol e o propiltiouracil, que atuam inibindo a síntese dos hormônios T3 e T4 na própria glândula.
Administrado por via oral, o iodo radioativo é absorvido pela tireoide. Nesse tipo de tratamento, a radiação ajuda a destruir parte das células da glândula, reduzindo a produção dos hormônios.
A remoção parcial ou total da glândula tireoide é indicada em casos específicos, como suspeita de malignidade, gravidez com intolerância aos medicamentos ou quando outras terapias não são possíveis.
A escolha da melhor estratégia envolve uma discussão detalhada entre médico e paciente, ponderando benefícios, riscos e expectativas.
O hipertireoidismo é uma condição tratável que requer atenção e acompanhamento médico especializado. Reconhecer seus sintomas é o primeiro passo para buscar um diagnóstico preciso.
Caso você esteja apresentando algum dos sintomas mencionados, ou tenha histórico familiar da doença, é importante avaliar o quadro clínico e contar com o apoio de profissionais especializados.
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