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A esclerose múltipla é uma condição neurológica que pode se manifestar de diferentes formas ao longo da vida e por apresentar sintomas variados, muitas vezes, pouco evidentes nas fases iniciais, pode ser confundida com outras condições de saúde.
Por isso, o diagnóstico e o acompanhamento com um médico neurologista são fundamentais para controlar a evolução da doença, reduzir o risco de sequelas e preservar a qualidade de vida.
Neste artigo, você encontra informações detalhadas sobre a esclerose múltipla, seus principais sintomas, formas de diagnóstico e opções de tratamento.
A esclerose múltipla (EM) é uma doença crônica e autoimune que afeta o sistema nervoso central — formado pelo cérebro e pela medula espinhal.
Esse quadro ocorre quando o sistema de defesa do próprio organismo ataca a bainha de mielina, uma camada protetora que envolve os nervos. Isso interfere na comunicação entre o cérebro e o restante do corpo, podendo causar diversos sintomas neurológicos.
O termo “esclerose” refere-se às cicatrizes (placas ou lesões) que se formam no local onde a mielina foi danificada. “Múltipla” indica que essas lesões podem surgir em vários pontos e em momentos diferentes ao longo do tempo.
Embora as causas exatas não sejam totalmente conhecidas, acredita-se que a doença resulte de uma combinação de predisposição genética e fatores ambientais, como baixos níveis de vitamina D e infecções virais anteriores.
Os primeiros sintomas da esclerose múltipla podem aparecer de forma súbita ou gradual e variam de uma pessoa para outra, dependendo da localização das lesões no sistema nervoso.
Entre os sinais de alerta mais comuns estão:
Os impactos da esclerose múltipla no dia a dia variam conforme a evolução da doença, a frequência dos episódios e as regiões do sistema nervoso comprometidas. Entre as principais áreas afetadas estão:
O diagnóstico da esclerose múltipla é feito por um médico neurologista e envolve a análise conjunta dos sintomas, do exame clínico e de exames complementares. Não existe apenas um teste para confirmar a doença, dessa maneira, a avaliação ocorre de forma individual.
Assim, o médico responsável solicita alguns exames, como:
Com os resultados de todas essas avaliações, o neurologista define o diagnóstico e orienta o acompanhamento adequado.
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O tratamento da esclerose múltipla é multiprofissional e personalizado, com objetivos claros: controlar a atividade da doença, tratar os surtos agudos, aliviar os sintomas e promover a reabilitação e a qualidade de vida. Dentre as principais frentes de tratamento existentes atualmente, podemos citar as seguintes:
São medicamentos que atuam na modulação do sistema imunológico, reduzindo a frequência e a intensidade dos surtos, além de diminuir o risco de novas lesões no sistema nervoso. A administração acontece por via oral, injetável ou por infusão, conforme a indicação médica.
Durante os períodos de agravamento dos sintomas, conhecidos como surtos, é comum o uso de medicamentos como corticoides, visando reduzir a inflamação e acelerar a recuperação.
São os tratamentos focados no alívio de sintomas específicos, como fadiga, redução de mobilidade, transtornos de humor, rigidez muscular, entre outros.
Pode envolver medicamentos específicos e terapias como fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e apoio psicológico.
A esclerose múltipla é uma condição complexa que exige compreensão, acompanhamento especializado e um plano de tratamento contínuo. Assim, se você sente algum dos sintomas, é essencial buscar profissionais especializados e suporte adequado.
Apenas ao realizar as avaliações médicas e os exames recomendados é possível chegar ao diagnóstico correto.
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